KISSER

ANDREAS KISSER junta-se a IVETE SANGALO em palco no Rio de Janeiro [vídeos]

KISSER, guitarrista e actual timoneiro dos SEPULTURA, juntou-se à cantora brasileira para tocar o single «Cadê Dalila» frente a 60 mil pessoas. Podes conferir as imagens em baixo.

ANDREAS KISSER, guitarrista dos SEPULTURA, juntou-se em palco à famosa cantora pop Ivete Sangalo durante o espectáculo de 30.º aniversário da sensação da música brasileira na passada quarta-feira, dia 20 de Dezembro, no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. Kisser e Sangalo tocaram juntos a canção «Cadê Dalila», lançada originalmente em 2009 como primeiro single do álbum «Pode Entrar». Para além disso, Kisser também tocou o solo da incontornável «Refuse/Resist», dos SEPULTURA, para deleite do público de 60 mil pessoas. Podes conferir imagens desses dois momentos em baixo.

Os metaleiros SEPULTURA vão celebrar o seu 40.º aniversário no próximo ano embarcando numa “tour de despedida”, que percorrerá o mundo inteiro. A partir de Março de 2024, a banda passará 18 meses a celebrar o seu passado e presente pela última vez. A ser planeada há já dois anos, a última digressão dos icónicos metaleiros brasileiros, designada Celebrating Life Through Death, promete marcar um momento especial na vitoriosa história da banda.

Antes da despedida, o derradeiro périplo mundial dos SEPULTURA vai ter início com uma série de datas no Brasil, e incluirá também concertos na América Latina, Estados Unidos e Europa, com a promessa de datas adicionais a serem reveladas em breve.

Após quatro décadas cheias de altos e baixos, tendo visitado 80 países e experienciado inúmeras culturas diferentes, tivemos a oportunidade de nos tornar mensageiros do Brasil e espalhar as nossas cores e os nossos ritmos pelo mundo“, dizem, colectivamente, os SEPULTURA. “Com o nosso último álbum de estúdio, «Quadra», assinámos um destaque da nossa carreira e adicionamos-lhe um capítulo inesquecível seguido da experiência ‘SepulQuarta’ que nos ajudou a superar os tempos difíceis da pandemia. Agora, vamos unir as nossas forças para uma despedida final e forte. E todos vocês podem fazer parte disso.

Como noticiado anteriormente, os brasileiros SEPULTURA vão celebrar quatro longas décadas de carreira em 2024 com a edição de um novo LP ao vivo. Numa entrevista recente ao podcast EverblackAndreas Kisser, o guitarrista e actual timoneiro da banda, levantou um pouco mais o véu em relação ao que os fãs podem esperar do próximo lançamento dos veteranos do metal brasileiro. “Estamos a gravar tudo”, disse o músico logo para início de conversa.

Começámos na Europa, e gravámos tudo. Depois fomos para a Indonésia e Singapura e gravámos lá. Em breve vamos para a Austrália e também vamos gravar esses concertos. O nosso plano passa por lançarmos 40 canções gravadas em 40 cidades diferentes ao redor do mundo, e queremos abranger mesmo tudo o que fizemos. É claro que os clássicos vão ser contemplados, mas também queremos incluir músicas que podem não ser menos conhecidas. Queremos traçar uma história completa da banda e também mostrar até onde podemos ir.

Foi neste contexto que o timoneiro dos SEPULTURA foi também questionado sobre se há planos para os músicos começarem a trabalhar num sucessor de «Quadra», de 2020, e a resposta do músico acabou por surpreender os fãs do grupo. “Não, de forma nenhuma“, disse Andreas Kisser. “Vamos demorar uns anos até termos um álbum novo. Estamos muito focados no disco ao vivo e nas comemorações dos 40 anos. Os nossos planos passam por fazer muitas coisas relacionadas com isso. Vamos estender estas comemorações, depois logo vemos o que acontece.

Na verdade, não quero forçar-nos a escrever apenas por escrever“, continuou ele. “Tenho de sentir que temos algo novo para expressar. E eu sinto, e sentimos, nos SEPULTURA, que o álbum «Quadra» ainda é muito poderoso, muito forte. Muitas pessoas não viram o álbum ser tocado ao vivo, como na Austrália, por exemplo, portanto queremos levar esta digressão ao máximo que pudermos. É um álbum incrível de se tocar ao vivo, por isso queremos aproveitar o máximo que pudermos a situação do «Quadra» e depois podemos então seguir em frente.” Podes conferir a entrevista completa aqui.