MIKE PORTNOY

MIKE PORTNOY: Mostra como se toca a clássica «The Dance Of Eternity», dos DREAM THEATER [vídeo]

MIKE PORTNOY no seu melhor. O épico instrumental faz originalmente parte do alinhamento de «Metropolis Pt. 2: Scenes From A Memory», o quinto longa-duração de estúdio dos DREAM THEATER.

O talentoso MIKE PORTNOY, regressado recentemente aos DREAM THEATER, é protagonista de mais um vídeo publicado no canal de YouTube da Drumeo. Desta vez, o músico mostrou como se toca a clássica instrumental «The Dance Of Eternity». Podes conferir o vídeo em baixo. O tema faz originalmente parte do alinhamento de «Metropolis Pt. 2: Scenes From A Memory», quinto longa-duração de estúdio dos DREAM THEATER, lançado em Outubro de 1999.

«Metropolis Pt. 2: Scenes From A Memory» foi o sucessor de «Falling Into Infinity», lançado em 1997. O álbum foi gravado por James LaBrie na voz, John Petrucci na guitarra, John Myung no baixo, Jordan Rudess nos teclados e Mike Portnoy na bateria.

Em Dezembro, a Drumeo divulgou um vídeo de MIKE PORTNOY a explicar como toca a «Pull Me Under», uma das músicas mais icónicas dos DREAM THEATER. “No momento em que estamos a gravar isto, o anúncio de que voltaria aos DREAM THEATER aconteceu há apenas algumas semanas, portanto, para mim, tocar este tema agora, é como andar de bicicleta, sabem? A memória muscular vai estar lá toda a vida; vai estar lá para sempre“, explicou Portnoy.

No passado dia 25 de Outubro, os DREAM THEATER oficializaram o retorno à banda do baterista MIKE PORTNOY, que foi um dos membros fundadores e estava afastado do grupo desde 2010. “Os titãs da música progressiva, vencedores de um Grammy, Dream Theater, anunciam o regresso do baterista Mike Portnoy ao grupo“, pode ler-se no comunicado publicado no site oficial da banda norte-americana. “Os Dream Theater vão entrar em estúdio para começar a trabalhar no seu 16.º álbum e o primeiro com Mike Portnoy desde «Black Clouds & Silver Linings», de 2009“.

Umas semanas depois, durante uma sessão de perguntas e respostas no ‘Metalmania III’ do Rock ‘N’ Roll Fantasy Camp em Los Angeles, Portnoy falou pela primeira vez publicamente sobre o seu retorno aos DREAM THEATER. “Bem, já se passaram 13 anos, e é uma loucura como o tempo voa“, começou por diz o músico. “Nos últimos dois anos, acho que durante a pandemia, voltei ao contacto com o John Petrucci. Quando estávamos presos em casa, o John estava a fazer um álbum solo e convidou-me para participar.

Começámos a conversar com mais frequência e decidimos que queríamos fazer outro álbum com os LTE, de que o Jordan Rudess também faz parte”, continuou MIKE PORTNOY. “Depois, o John convidou-me a ir em digressão com ele. A verdade é que nós temos uma longa história, de quase 40 anos, juntos. As nossas famílias cresceram juntas, as nossas esposas tocaram numa banda juntas e os nossos filhos cresceram todos juntos. Portanto, há tanta história além da música que pareceu que era o momento certo para fazê-lo.

Questionado se o próximo lançamento de estúdio dos DREAM THEATER poderá ser uma continuação do álbum conceptual «Metropolis Pt. 2: Scenes From A Memory», de 1999, Portnoy respondeu: “Ainda não conversámos sobre isso, mas essa seria a opção mais óbvia e, talvez por ser tão óbvia, o mais certo é não o fazermos. Mas nunca se sabe… Seria definitivamente divertido, mas… Não sei. Nós vamos começar do zero, queremos simplesmente entrar em estúdio e restabelecer a nossa criatividade. Estamos numa fase diferente das nossas vidas. Será interessante ver como existimos neste novo mundo.

Quanto à hipótese de interpretar ao vivo material gravado pelos DREAM THEATER com o seu substituto, o baterista Mike ManginiMIKE PORTNOY garante estar disposto a fazê-lo. “Ainda é cedo para dizer“, diz ele. “Quando deixei a banda, há 13 anos, era eu que escolhia os alinhamentos e ainda nem discutimos qual como será a nova dinâmica. Estou aberto a isso, é claro, não terei qualquer problema em fazê-lo se for isso que eles querem fazer. Será, definitivamente, uma dinâmica diferente. Vou ter de encontrar o meu lugar, de preferência sem pisar os calos a ninguém.