Com a iminente edição de «Turbulence» e estes dois concertos de apresentação, os TOXIKULL iniciam um novo ciclo que consolida o percurso que têm vindo a construir ao longo da última década.
Os TOXIKULL preparam-se para apredentar o seu novo álbum, «Turbulence», ao vivo, com dois concertos de apresentação agendados para Lisboa e Porto. O quarto registo de estúdio do quarteto será editado no próximo dia 24 de Abril pela Dying Victims Productions e marca o início de uma nova etapa na trajectória ascendente de uma das bandas mais consistentes do heavy metal nacional contemporâneo.
A primeira data acontece precisamente no dia de lançamento do álbum, 24 de Abril, no RCA Club, em Lisboa, com a participação dos Xeque‑Mate e dos Affaire como convidados especiais. No dia seguinte, 25 de Abril, a banda de Cascais sobe ao palco do Woodstock 69, no Porto, num espectáculo que contará também com actuações dos Toxik Attack e Yaatana. Os bilhetes encontram-se disponíveis em regime de pré-venda por 12 euros através da Unkind.pt, passando para 15 euros no próprio dia.
Este novo capítulo foi antecipado pelo lançamento recente de «Midnight Fire», o primeiro single retirado de «Turbulence», acompanhado pelo respectivo vídeo-clip oficial. Enquanto tema de abertura do álbum, a canção funciona como um ponto de entrada directo no universo sonoro do novo disco dos TOXIKULL, afirmando uma abordagem enraizada no heavy metal clássico e no speed metal, com uma energia frontal e um sentido claro de continuidade estética.
Do ponto de vista lírico, «Midnight Fire» explora o conflito interior entre preservar a chama da paixão e ceder à estabilidade e à contenção. O fogo surge aqui como símbolo da inquietação e da intensidade emocional, cristalizando-se na pergunta central “should I let you go, should I let you die?”, que traduz o dilema entre manter viva essa força interior ou permitir que se extinga.
O novo álbum dos TOXIKULL foi produzido por Jaime Gomez Arellano, no Arda Recorders, no Porto. O produtor é famosoo pelo seu trabalho com nomes como Ghost, Opeth, Moonspell ou Behemoth, entre muitos outros, reforçando o enquadramento do novo disco da banda lusa num contexto de produção experiente e alinhado com os padrões internacionais do género.








