VAGOS METAL FEST:
Cinco concertos que não podes perder!

A segunda edição do VAGOS METAL FEST, que acontece nos dias 11, 12 e 13 de Agosto de 2017, na Quinta do Ega, em Vagos, está mesmo aí a rebentar. A LOUD! escolheu cinco espectáculos que não podes mesmo perder.

A acontecer, pelo segundo ano consecutivo, em Vagos, o VAGOS METAL FEST vai levar à idílica Quinta do Ega um total de 29 bandas, que resumem o que de melhor se faz hoje no espectro da música extrema e prometem transformar o próximo fim de semana num autêntico festim para os amantes de metal nas mais variadas vertentes. A atenção vai, logo à partida, toda para os cabeças-de-cartaz, com especial para os ARCH ENEMY, SOULFLY, HAMMERFALL, WINTERSUN, KORPIKLAANI e WHITECHAPEL, com a banda norte-americana a estrear-se finalmente em Portugal.

Há, no entanto, várias pérolas a descobrir entre os nomes menos óbvios.
[consulta a imagem abaixo e planeia o teu roteiro]

–» BATUSHKA

Esta banda polaca, que prefere manter-se no anonimato, inclui alguns músicos bem conhecidos do underground local e, com a edição do seu álbum de estreia em Dezembro de 2015 transformaram-se numa das maiores sensações do ano seguinte. «Litourgiya» mostrou ao mundo uma banda de black metal apostada em fazer música obscura, pesada e sufocante, mas com um twist… Além das vocalizações gritadas expectáveis num registo deste género, o colectivo usa liturgias reverberantes em eslavo — o idioma usado na Igreja Ortodoxa em países como a Polónia, Rússia e a Ucrânia, assim como em algumas nações da península dos Balcãs.

–» COUGH

Concebida a partir do fértil movimento underground de Richmond, VA, por volta de 2005, o grupo formado por Parker Chandler, Joseph Arcaro, David Cisco e Brandon Marcey tem um objectivo bem definido desde o início — tentar ser a banda mais pesada de sempre. Verdade seja dita, não deixam os seus créditos por mãos alheias. «Sigillum Luciferi», «Ritual Abuse» e «Still They Pray» inspiram-se nos aspectos mais selvagens da música extrema — do doom mais sufocante ao sludge porco, passando pelo black metal — para criar uma parede de som verdadeiramente demolidora.

–» GAMA BOMB

Auto proclamados porta-estandartes da New Wave Of Irish Ripping Metal, os músicos liderados pelo endiabrado Philly Byrne estiveram entre os pioneiros da tendência retro thrash e, durante os últimos quinze anos, transformaram-se num dos nomes mais requisitados e resilientes da sua geração, contando já com cinco álbuns de qualidade superior no seu currículo. «Untouchable Glory», o mais recente, editado em 2015 através da Napalm Records, é um excelente exemplo de que, décadas depois da génese, o crossover continua a ter um apelo inegável.

–» GORGUTS

Estabeleceram reputação como um dos mais inventivos nomes saídos da explosão death metal dos 90s e, quase duas décadas depois, continuam a surpreender a cada vez que entram em estúdio. A derrubar as barreiras do death metal desde 1989, estes canadianos são actualmente uma referência inegável na vertente mais desafiante do género e, apoiados em num furacão de riffs de guitarra fractais e numa explosão de ritmos irregulares (elementos que têm mais em comum com o free jazz que com o death metal em que se inserem), influenciaram muito do que se fez neste espectro durante as últimas décadas.

–» IMPLORE

Para quem gosta de música rápida e cortante, durante os últimos anos, este trio germânico transformou-se num dos nomes de eleição com os seus concertos explosivos e antagónicos, micro-descargas de riffs rápidos e batidas velozes, que não fazem prisioneiros. Recentemente “descobertos” pela gigante Century Media, vão editar «Subjugate» em Setembro e, pela amostra, no que toca a intensidade e impacto, os novos temas não ficam a dever absolutamente nada aos contidos em «Depopulation», que dista já dois anos. Preparem-se, portanto, para uma descarga de ruído bem intensa.

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